Muitos trabalhos com crianças (apesar de serem chamados de “trabalhos com crianças”)
não são na verdade ministérios com crianças, pois se resumem apenas em “tomar conta” dos pequenos para que não atrapalhem os “trabalhos dos grandes”. As pessoas que estão à frente das crianças são “tios” ou, mais freqüentemente, “tias”, que pouco ou quase nada fazem para a formação espiritual de seus “aluninhos”.
O que leva alguém a ser consciente de sua responsabilidade pastoral com as crianças é estar cheio de amor pelo Senhor Jesus. Só quem ama ao Senhor poderá amar também as crianças e dedicar-se a elas,“pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: Um morreu por todos, logo todos morreram. E Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:14, 15).
não são na verdade ministérios com crianças, pois se resumem apenas em “tomar conta” dos pequenos para que não atrapalhem os “trabalhos dos grandes”. As pessoas que estão à frente das crianças são “tios” ou, mais freqüentemente, “tias”, que pouco ou quase nada fazem para a formação espiritual de seus “aluninhos”.
O que leva alguém a ser consciente de sua responsabilidade pastoral com as crianças é estar cheio de amor pelo Senhor Jesus. Só quem ama ao Senhor poderá amar também as crianças e dedicar-se a elas,“pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: Um morreu por todos, logo todos morreram. E Ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para Aquele que por eles morreu e ressuscitou” (2 Coríntios 5:14, 15).